Crônica
Chove quase – torrencialmente, é véspera de uma sexta-feira 13 – melancólico (e sem o substancial apoio do álcool) mergulho num temporal de solidão, uma solidão feita de espera e saudade. 3 de minhas ovelhas aproveitaram meu cochilo e, pontinhas de pés – tomaram outros rumos (graças a deus não foram, ignorados) e deixaram o coroa aqui a ver navios (da ponta da área para o porto do Itaqui) sei que estão relativamente ou menos absolutamente felizes, pois, estão realizando sonhos! Agora eu que sou movido a emoção, saudosista por natureza, um romântico incorrigível – morro de saudade. Queria todos aqui do meu lado me vendo envelhecer à sombra dos seus sorrisos – pleno, por isso e só por isso de felicidade! Mas é mesmo assim ... enquanto eles não chegam para as tão esperadas férias, vou desenhando a sombra de suas alegrias joviais no baú de minhas já enrugadas lembranças, para que eu possa viver um pouco mais para o único oficio q me apraz, o sublime oficio de amá-los, sempre e acima de tudo e de todos!
Francisco Tribuzi
Francisco Tribuzi
Comentários
Postar um comentário