...Aquele friozinho na barriga – na hora do encontro – na hora da despedida – na hora da partida – na hora da volta. A ânsia enorme de não ver a hora da noite chegar para ir vê-la... Se entregar aos afagos – pronunciar palavras que nem sabia o verdadeiro sentido – recitar poemas do Vinicius de Morais. Beija-la com tanto carinho e emoção que eleva a pulsação pra mais de 100... dizer baixinho no seu ouvido, com a voz da alma: Te amo! Até que um dos dois fala para o outro, um dos dois, “precisamos dar um tempo” (o mundo caiu) e um dos dois, perplexo (ele) pergunta “o que está acontecendo?” um outro alguém, ai o outro um dos dois (ela) “não...é que quero um tempo para reavaliar a relação” (chavão de praxe, e embromatório, para justificar o injustificável...) ai vem o abatimento... a tristeza... a saudade... Até que num belo dia, ela liga ou surge do nada... era tudo que ele queria e corre para os braços/abraços, que agora já sabe: Não sabe até quando será. Ausência Por esconderes ...
Bom dia!
ResponderExcluirEu sou editora da revista Linguará e gostaria de pedir permissão para apresentar na próxima edição o poema 'O Homem em Pele e Osso' do seu pai.
A Linguará acontece em ordem alfabética. Lançamos à edição A, com ótima aceitação em Portugal e no Brasil. Estamos a fazer a B (para março próximo) e gostaríamos de homenagear este grande artista.
Fico no aguardo de seu contato positivo.
Cumprimentos,
Carla