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Mostrando postagens de maio, 2014

Para mamãe no seu dia

(o dia dela são todos os meus dias)   Francisco Tribuzi As palavras são apenas paliativos. Silenciosamente sufocada dentro do peito, da alma – a dor agoniza no deserto da saudade nas grades solitárias da lembrança. Mas ela ainda vive – nos quatro cantos da casa (rua Silva Jardim 529) ... pelos becos e ladeiras, monumentos e ruas... entre arco-íris e o mar – da beira mar ao bacanga. No sitio desmanchado do turu. Nos rios do maracanã... na praia da ponta da areia – rua das hortas/rua grande/... rua da paz (onde nascera). Ela ainda vive passeando seu sorriso farto – perfumando São Luís com seu doce aroma dos sorvetes de damasco e/ou ameixa, saboreados no hotel central. Ainda escuta os antigos companheiros (camaradas vermelhos) do papo sadio/sagrado da praça João Lisboa. Mantêm intacta a farda do colégio Liceu Maranhense onde pontificou com soberba inteligência, entre Rubens Almeidas e outros ilustres maranhenses... Mamãe me segue, por isso não sucumbo. E levo-a na lu...